Projeto, plantas e memoriais
Projeto Técnico de Incêndio no Estado de São Paulo
A LHGEO Engenharia elabora e atualiza projetos de segurança contra incêndio com base nas características reais da edificação, na atividade exercida e nas Instruções Técnicas aplicáveis. O trabalho pode reunir levantamento, plantas, detalhes, memoriais, cálculos, documentação de responsabilidade técnica e acompanhamento da análise no processo do CBPMESP.
O projeto define e representa as medidas aplicáveis ao imóvel. Sua aprovação é uma etapa técnica do processo; a execução compatível, a documentação e o licenciamento seguem o procedimento correspondente.
- • Responsável técnico com CREA-SP
- • Projeto compatível com a situação do imóvel
- • Atendimento em todo o Estado de São Paulo

O que é um Projeto Técnico de segurança contra incêndio?
O projeto de segurança contra incêndio é a documentação técnica que apresenta ao Corpo de Bombeiros as medidas previstas para uma edificação ou área de risco. Ele transforma as características do imóvel — uso, área, altura, pavimentos, lotação, carga de incêndio e riscos específicos — em soluções representadas por plantas, detalhes e documentos compatíveis com o enquadramento.
Não se trata apenas de desenhar símbolos de extintores. Um projeto coerente permite entender o que precisa ser previsto, dimensionado, executado, testado e documentado. O conteúdo exato varia: determinadas edificações exigem sistemas e memoriais mais complexos, enquanto outras seguem procedimentos simplificados.
Projeto Técnico, PTS e licença: qual é a diferença?
Projeto Técnico
É uma forma de apresentação do processo de segurança contra incêndio, com conteúdo e tramitação definidos pelas Instruções Técnicas aplicáveis. O projeto documenta as medidas previstas para a edificação ou área de risco e pode passar por análise do CBPMESP.
Projeto Técnico Simplificado — PTS
É um procedimento simplificado destinado às situações que atendem aos critérios atuais. “Simplificado” não significa ausência de requisitos: o imóvel deve ser enquadrado corretamente, implantar as medidas aplicáveis e apresentar os documentos exigidos.
AVCB e CLCB
São licenças do Corpo de Bombeiros, e não nomes de projeto. O tipo de licença e o caminho até ela dependem do enquadramento e das etapas previstas para a edificação.
Área é um dos dados considerados, mas não decide o procedimento sozinha. Ocupação, altura, lotação, riscos específicos, configuração da edificação e demais condições precisam ser avaliados em conjunto.
Quando um projeto novo ou uma atualização pode ser necessária?
A necessidade deve ser confirmada pela análise do imóvel e do processo existente. Entre as situações que justificam essa verificação estão:
Construção ou implantação
O projeto precisa nascer compatível com a ocupação, a arquitetura e os sistemas previstos.
Imóvel existente sem processo localizado
É necessário reconstruir a base técnica e definir o procedimento adequado.
Mudança de atividade ou uso
Uma nova ocupação pode alterar a classificação e as medidas exigidas.
Reforma ou alteração de layout
Rotas, portas, divisórias, ambientes e posicionamento dos sistemas podem deixar de corresponder ao projeto.
Ampliação ou aumento de altura
A área e a configuração atualizadas podem exigir redimensionamento ou outra forma de apresentação.
Projeto aprovado diferente do imóvel
A documentação deve ser confrontada com a situação encontrada antes do licenciamento.
Alteração das medidas de segurança
Mudanças em hidrantes, alarme, saídas, compartimentação ou outros sistemas precisam ser avaliadas tecnicamente.
Exigência na análise
O relatório pode solicitar correções, complementações ou esclarecimentos específicos.
O projeto começa pelo enquadramento correto do imóvel
Antes de dimensionar ou representar qualquer medida, é preciso classificar a edificação e reunir os dados que influenciam as exigências. Uma conclusão baseada somente na área pode gerar projeto incompleto, retrabalho ou compra inadequada de equipamentos.
Ocupação e uso
Atividade principal, ocupações subsidiárias, mistas ou temporárias.
Área construída e configuração
Blocos, pavimentos, mezaninos, subsolos, ampliações e isolamento entre edificações.
Altura
Considerada conforme os critérios técnicos aplicáveis.
Lotação
Quantidade e perfil de ocupantes, quando relevante.
Carga de incêndio
Materiais, estoque, processos e características combustíveis.
Riscos específicos
GLP, inflamáveis, transformadores, caldeiras, processos industriais ou outras fontes de risco.
Condição existente
Data, projeto anterior, licença, instalações e alterações realizadas.
Interfaces arquitetônicas
Acessos, rotas de saída, escadas, portas, compartimentações e distâncias.
O resultado dessa leitura orienta tanto a forma de apresentação do processo quanto as medidas que precisam ser projetadas, executadas e documentadas.
O que pode fazer parte do Projeto Técnico
A composição varia conforme o enquadramento e o escopo. Quando aplicáveis, os serviços e documentos podem incluir:
- Levantamento técnico e conferência da base arquitetônica
- Implantação, plantas dos pavimentos e cortes necessários
- Identificação da ocupação e quadro de áreas
- Tabela ou quadro das medidas de segurança aplicáveis
- Representação gráfica dos sistemas e das rotas de saída
- Detalhes construtivos e de instalação
- Memorial descritivo
- Memoriais de cálculo e dimensionamentos específicos
- Documentos de equipamentos, materiais ou sistemas
- Formulários e documentos exigidos para o procedimento
- ART ou RRT, de acordo com a atividade e a atribuição profissional
- Preparação dos arquivos para protocolo
- Revisão técnica e resposta às exigências da análise, conforme o escopo contratado
A lista não é universal. O diagnóstico define quais peças são necessárias e quais dependem de outros projetistas, instaladores, ensaios, laudos ou documentos do contratante.
Quais medidas de segurança podem aparecer nas plantas?
As medidas são determinadas pelo enquadramento. A presença de um item nesta lista não significa que ele seja exigido para todo imóvel.
- Acesso de viaturas e isolamento de risco
- Segurança estrutural e compartimentação
- Controle de materiais de acabamento e revestimento
- Saídas e rotas de emergência
- Iluminação e sinalização de emergência
- Extintores
- Hidrantes e mangotinhos
- Detecção e alarme de incêndio
- Chuveiros automáticos
- Controle de fumaça
- Brigada, plano de emergência e gerenciamento de risco
- Sistemas para riscos específicos, quando aplicáveis
O projeto deve compatibilizar as medidas entre si e com a arquitetura. Uma rota de saída, por exemplo, não pode ser analisada isoladamente do leiaute, da lotação, das portas e dos percursos.
Como conduzimos o projeto
- 1
Dados e documentos
Recebemos endereço, atividade, áreas, plantas, licenças, projetos anteriores e a descrição da situação atual.
- 2
Levantamento e conferência
Verificamos a base disponível e, quando necessário, realizamos levantamento para confrontar documentação e imóvel.
- 3
Enquadramento técnico
Classificamos a ocupação, as características e os riscos para identificar o procedimento e as medidas aplicáveis.
- 4
Concepção das soluções
Organizamos rotas, sistemas, equipamentos e interfaces antes do detalhamento final.
- 5
Plantas, detalhes e memoriais
Desenvolvemos as peças necessárias e os dimensionamentos previstos no escopo.
- 6
Revisão e responsabilidade técnica
Conferimos consistência, compatibilização e documentação profissional antes do protocolo.
- 7
Protocolo e análise
Preparamos a apresentação no procedimento aplicável e acompanhamos o andamento contratado.
- 8
Exigências e compatibilização da execução
Quando houver apontamentos, avaliamos o relatório e revisamos o que for pertinente. A implantação deve seguir a documentação aprovada.
Etapas como levantamento presencial, protocolo, resposta a exigências, projetos complementares e acompanhamento da execução devem constar expressamente da proposta comercial. Não presumir que todo serviço inclui todas elas.
Aprovação do projeto não é a mesma coisa que licença
Projeto analisado ou aprovado
Indica que a documentação técnica passou pelo procedimento correspondente e atendeu à análise naquele escopo. Isso não comprova, por si só, que todas as medidas estão executadas no imóvel.
Execução e documentação
As medidas aplicáveis precisam ser instaladas, testadas, mantidas e documentadas de acordo com o projeto, as normas e as responsabilidades envolvidas.
Licenciamento
O AVCB ou o CLCB é emitido pelo CBPMESP quando são atendidas as condições e etapas do procedimento aplicável. Para processos com vistoria, a situação executada precisa corresponder ao que foi aprovado.
Se o principal problema do imóvel é a ausência de licença, sistemas pendentes ou várias não conformidades, consulte também a página de regularização.
Regularização de AVCB e CLCBJá existe um projeto aprovado? Primeiro, compare documento e imóvel
Um projeto anterior pode ser uma base valiosa, mas não deve ser redesenhado ou reapresentado sem conferir o que mudou. A análise começa pela comparação entre plantas aprovadas, processo, licença, ocupação atual, áreas, layout e sistemas instalados.
Sinais de que a documentação precisa ser revista
- Ambientes, divisórias, portas ou rotas diferentes das plantas
- Ampliação, mezanino, novo pavimento ou mudança de altura
- Mudança da atividade ou da forma de uso
- Ocupações adicionais no mesmo imóvel
- Sistemas removidos, deslocados, ampliados ou substituídos
- Projeto antigo sem arquivos legíveis ou sem documentação complementar
- Exigência do CBPMESP relacionada à divergência ou ao dimensionamento
- Obra planejada que alterará as condições aprovadas
A consequência não é idêntica em todos os casos. Conforme a alteração e o processo existente, pode ser necessária atualização, substituição, complementação ou outro procedimento definido pelas regras atuais.
Recebeu uma exigência no projeto?
Uma exigência deve ser tratada item por item. Antes de alterar as plantas, é necessário compreender o relatório, localizar os documentos relacionados e verificar se a correção afeta outras medidas do projeto ou a realidade executada.
- 1Ler o resultado completo da análise
- 2Separar os itens documentais dos itens técnicos
- 3Conferir plantas, memoriais e anexos citados
- 4Revisar os pontos indicados sem criar contradições em outras peças
- 5Documentar a resposta e reapresentar conforme o procedimento
- 6Manter a execução alinhada à versão válida do projeto
Não prometer aceitação automática da resposta. O CBPMESP avalia o material reapresentado e pode solicitar esclarecimentos adicionais quando houver fundamento técnico.
O que enviar para a primeira análise
Nem todos os documentos são obrigatórios para o primeiro contato. Envie o que estiver disponível; a partir disso, identificamos as lacunas e o próximo passo.
- Endereço completo e cidade do imóvel
- Atividade exercida e atividades adicionais
- Área construída aproximada, pavimentos e altura conhecida
- Número estimado de ocupantes, quando relevante
- Planta arquitetônica em DWG, PDF ou outro formato disponível
- Projeto de segurança contra incêndio existente
- AVCB, CLCB ou licença anterior
- Número do processo ou protocolo no Via Fácil
- Relatório de análise, exigência ou resultado de vistoria
- Fotos atuais dos ambientes e das medidas instaladas
- Descrição de reformas, ampliações ou mudanças de uso
- Informações sobre riscos específicos, estoques ou processos especiais
Não enviar dados pessoais desnecessários. Documentos sensíveis devem ser compartilhados somente pelos canais de atendimento adequados, após a identificação do escopo.
Quanto custa e quanto tempo leva um Projeto Técnico?
Não existe preço ou prazo responsável sem conhecer o imóvel e a documentação. O orçamento deve separar a produção técnica do tempo de levantamento, retorno de informações, projetos complementares, execução, taxas e análise externa.
Fatores que influenciam o custo
- Área, altura, quantidade de pavimentos e blocos
- Ocupação, lotação, carga de incêndio e riscos específicos
- Qualidade das plantas e dos documentos existentes
- Necessidade de levantamento cadastral
- Quantidade e complexidade das medidas a dimensionar
- Existência de projeto anterior e nível das alterações
- Memoriais, cálculos, detalhes e projetos complementares necessários
- Exigência já emitida e volume de revisões
- Escopo de protocolo, acompanhamento e compatibilização
Fatores que influenciam o prazo
- Rapidez no envio dos dados
- Disponibilidade e confiabilidade da base arquitetônica
- Necessidade de visita ou levantamento
- Complexidade do projeto
- Decisões do contratante e de outros projetistas
- Execução de adequações
- Análise e eventuais exigências do CBPMESP
A proposta deve indicar entregáveis, premissas, exclusões e responsabilidades. Assim, o visitante compara escopos reais, e não apenas um valor isolado.
Um projeto executável reduz incompatibilidades
O documento precisa ser compreensível para quem instalará e verificará as medidas. Por isso, o desenvolvimento deve considerar arquitetura, interferências, acesso para manutenção, especificações e condições existentes, dentro do escopo contratado.
A execução não deve ser presumida como parte automática do projeto. Quando houver adequações, elas precisam ser orçadas, executadas por profissionais habilitados quando aplicável e conferidas em relação à documentação válida.
Projetos para diferentes ocupações e níveis de complexidade
A abordagem muda conforme a atividade e o risco. A LHGEO Engenharia analisa projetos para diferentes tipos de edificação e área de risco no Estado de São Paulo.
Comércios e serviços
Lojas, escritórios, clínicas, academias e operações de atendimento ao público.
Indústrias e galpões
Processos produtivos, armazenagem, docas, estoques e riscos específicos.
Condomínios e edifícios
Áreas comuns, rotas verticais, sistemas compartilhados e alterações ao longo do uso.
Escolas e locais de reunião
Ocupações nas quais lotação, saídas e organização da evacuação merecem leitura específica.
Saúde, hospedagem e assistência
Usos com características de ocupantes, permanência e operação que influenciam o projeto.
Depósitos e centros logísticos
Altura de armazenamento, materiais, áreas amplas e sistemas compatíveis com o risco.
Projeto desenvolvido com responsabilidade técnica
A LHGEO Engenharia conduz a análise e o desenvolvimento técnico com atenção ao enquadramento, à coerência entre documentos e à realidade do imóvel. O objetivo é produzir uma base clara para o processo e para a implantação das medidas aplicáveis.
- • Identificação pública do responsável técnico
- • Leitura integrada de projeto, documentação e situação existente
- • Atendimento em todo o Estado de São Paulo
- • Acompanhamento técnico definido em proposta
- • Fontes normativas oficiais visíveis
Projeto Técnico de Incêndio em todo o Estado de São Paulo
Atendemos imóveis na capital, na região metropolitana, no interior e no litoral paulista. A cidade é informada logo no primeiro contato para organizarmos o atendimento, mas a análise permanece vinculada às características específicas da edificação e ao procedimento aplicável.
Informe a cidade, a atividade, a área aproximada e se a necessidade é projeto novo, atualização ou resposta a exigência.
Fontes oficiais para projeto e processo de segurança contra incêndio
Decreto Estadual nº 69.118/2024
Regulamento de Segurança Contra Incêndios das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo.
(abre em nova aba)Lei Complementar Estadual nº 1.257/2015
Base legal da prevenção e proteção contra incêndios no Estado de São Paulo.
(abre em nova aba)Portal de legislação do Corpo de Bombeiros
Consulta oficial das Instruções Técnicas e dos atos aplicáveis ao projeto e ao licenciamento.
(abre em nova aba)Via Fácil Bombeiros
Acesso ao sistema do CBPMESP para os serviços e processos disponíveis.
(abre em nova aba)Consultar protocolo no Via Fácil
Página pública para acompanhar um protocolo existente.
(abre em nova aba)Dúvidas sobre Projeto Técnico de Incêndio
Projeto novo, atualização ou exigência
Comece com uma análise técnica do imóvel e da documentação
Informe a cidade, a atividade, a área aproximada e o que já existe: planta, projeto anterior, licença ou relatório de análise. Com esses dados, organizamos o diagnóstico e o escopo do Projeto Técnico.
Atendimento no Estado de São Paulo • Responsável técnico com CREA-SP • Escopo definido após análise
